#EIA_USOS_TERAPEUTICOS - A Literatura que Cura: O Potencial Terapêutico do Conto em Escolas, ONGs, Instituições e Campanhas de Conscientização
#EIA_USOS_TERAPEUTICOS - A Literatura que Cura: O Potencial Terapêutico do Conto em Escolas, ONGs, Instituições e Campanhas de Conscientização
"Agradeço ao Deus Altíssimo YHWH que me conduziu na escrita desse conto, período em que chorei muito e me emocionei bastante com essa história, por amor aos órfãos, e contra a escravidão! Leve-a aos 04 cantos da Terra."
(PESCADOR, 2024, p. 4)
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Quando a Literatura Encontra Sua Função Mais Profunda
O conto de Pedrim Pescador não foi escrito apenas para entreter. O próprio autor revela, na dedicatória, que a escrita foi acompanhada de lágrimas e emoção intensa — e que seu desejo é que a história seja "levada aos quatro cantos da Terra". Há, portanto, uma intencionalidade missionária, quase terapêutica, na gênese da obra: ela quer chegar, tocar, transformar.
A literatura sempre teve essa dupla função: acolher e provocar. Acolher o leitor em suas dores, oferecendo-lhe personagens que espelham seus conflitos; provocar reflexões que podem levar a mudanças concretas de percepção e comportamento. O crítico literário Antonio Candido, em "O Direito à Literatura" (1988), defendia que a literatura é um "direito inalienável" precisamente porque exerce uma função humanizadora: ela nos torna mais capazes de compreender o outro e a nós mesmos .
O conto "O Bem-Te-Vi do Paraíso" possui todas as características para ser utilizado como ferramenta terapêutica e pedagógica em múltiplos contextos. Sua narrativa de superação, seus símbolos poderosos, sua mensagem de esperança e justiça — tudo isso pode ser mobilizado por educadores, psicólogos, assistentes sociais e agentes comunitários para promover desenvolvimento emocional, resiliência e conscientização social.
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Biblioterapia: A Leitura que Cura
A biblioterapia é uma prática que utiliza a leitura como recurso terapêutico, auxiliando pessoas a lidarem com questões emocionais, traumas e desafios existenciais. O projeto Entre Afetos, desenvolvido na Escola Estadual de Ensino Fundamental Tabelião Expedito Pereira, no Ceará, é um exemplo concreto de como a literatura infantil pode ser aplicada com fins terapêuticos .
Segundo o estudo apresentado no Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação (2024), a biblioterapia "pode ser aplicada em diferentes ambientes, incluindo no eixo escolar, possibilitando que as crianças agucem sua percepção sobre seus sentimentos e aprendam a lidar com eles" . A pesquisadora Clarice Fortkamp Caldin (2001) define a leitura como "função terapêutica", capaz de promover catarse, identificação e introspecção .
O conto de Pedrim oferece material rico para práticas biblioterapêuticas em diferentes faixas etárias:
Faixa Etária Abordagem Terapêutica Elementos do Conto
Crianças (7-10 anos) Identificação com personagens infantis Os irmãos menores (Lun, Anny, Hill) como espelhos
Pré-adolescentes (11-13) Lida com medo e perda A orfandade, o sequestro, a fuga
Adolescentes (14-17) Construção de identidade e propósito A jornada de Yan, o rito de passagem
Jovens adultos (18+) Resiliência e superação de traumas A transformação da dor em missão
A pesquisadora Katty Anne de Souza Nunes, uma das coordenadoras do projeto Entre Afetos, destaca que as práticas de leitura permitiram que as crianças "desenvolvessem um pensamento crítico e a autorreflexão, expandindo seus horizontes de experiências e compreensão do mundo" . Exatamente o que a história de Yan pode proporcionar.
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O Potencial Terapêutico da Jornada de Yan
Yan é um personagem com quem leitores em situação de vulnerabilidade podem se identificar profundamente. Ele perde os pais de forma violenta, é sequestrado, separado dos irmãos, jogado em uma selva desconhecida. Em termos psicológicos, Yan acumula traumas que poderiam destruí-lo.
Mas Yan não se deixa destruir. Ele transforma a dor em missão. A fuga pelo despenhadeiro, a sobrevivência na selva, a escalada das montanhas, a busca pela carpa dourada — cada etapa de sua jornada é uma metáfora do processo de superação de traumas.
O psiquiatra Viktor Frankl, em "Em Busca de Sentido" (1946), desenvolveu a teoria da logoterapia, que parte do princípio de que a principal força motivadora do ser humano é a busca por sentido. Mesmo nas condições mais extremas — Frankl escreveu a partir de sua experiência em campos de concentração — é possível encontrar um "para quê" que nos mantenha vivos. Yan encontra esse sentido no resgate dos irmãos.
Em contextos terapêuticos, a história de Yan pode ser utilizada para ajudar pacientes a:
· Identificar seus próprios recursos internos de sobrevivência
· Nomear seus medos (a selva, as montanhas, os predadores noturnos)
· Visualizar um propósito que justifique a luta diária
· Reconhecer a importância das redes de apoio (o anjo, o Bem-Te-Vi, Frish, Dap)
· Elaborar o luto pela perda de entes queridos
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Escolas: Formando Leitores Críticos e Empáticos
Nas escolas, o conto pode ser utilizado em diferentes componentes curriculares e com diferentes objetivos pedagógicos.
A pesquisa "A leitura como ferramenta para a transformação social", de Katlheen Kissyla Constantino de Sousa Raffagnato (2025), demonstra que a leitura literária "amplia horizontes, desperta a sensibilidade e promove a empatia, permitindo que o leitor se coloque no lugar do outro, compreenda diferentes culturas e perceba as múltiplas formas de existência humana" .
O conto de Pedrim oferece múltiplas entradas para esse trabalho:
Em Língua Portuguesa, pode ser estudado como narrativa de aventura, com análise de personagens, tempo, espaço, conflito e clímax. A história do ninja Sinistro, dentro da história, é um exemplo de narrativa encaixada que pode ser analisada em termos de função estrutural.
Em História, a obra abre discussões sobre trabalho escravo, violência no campo, conflitos agrários e a importância do cooperativismo como alternativa à exploração.
Em Geografia, a jornada de Yan permite explorar diferentes biomas (floresta, montanhas, rios) e a relação entre geografia e economia (Jadar agrícola, Niree pesqueira e de mineração).
Em Ensino Religioso ou Filosofia, os temas da providência divina, do sentido da vida, da ética e da justiça podem ser profundamente trabalhados a partir dos elementos simbólicos da obra.
Em Sociologia, o conto é um estudo de caso sobre vulnerabilidade social, violência estrutural, organização comunitária e resistência.
Em Arte, as ilustrações e a possibilidade de criar novas imagens para a história estimulam a criatividade e a expressão.
A ONG Nova Geração Brasil, que atua com incentivo à leitura em comunidades periféricas, destaca a importância de projetos colaborativos como a produção de jornais, murais ou podcasts literários . Uma escola poderia, por exemplo, produzir um "Jornal do Resgate" com notícias fictícias sobre a libertação dos escravos, ou um podcast com entrevistas imaginárias com Yan e Yasmin.
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ONGs e Instituições Sociais: Literatura como Direito e Ferramenta de Inclusão
Organizações não governamentais que atuam com populações vulneráveis encontram no conto de Pedrim um material precioso para suas atividades.
A Toma Aí Um Poema (TAUP) , primeira editora-ONG do Brasil, desenvolve um trabalho exemplar de utilização da literatura como "tecnologia social" . Seu modelo inclui:
· Publicação de autores marginalizados (mulheres, LGBTQIA+, pessoas negras, indígenas, neurodivergentes, PCDs)
· Distribuição gratuita de livros em comunidades com pouco acesso à literatura
· Formação de leitores e autores por meio de oficinas e eventos
· Desenvolvimento de redes culturais solidárias
O conto de Pedrim, que já é oferecido gratuitamente pelo autor, pode ser distribuído em comunidades, abrigos, centros de acolhimento e projetos sociais. Sua mensagem de resgate e superação dialoga diretamente com realidades de violência, perda e exclusão.
A pesquisadora Raffagnato (2025) ressalta que, ao serem inseridos "em práticas significativas de leitura", grupos historicamente marginalizados "ganham voz, fortalecem sua autoestima e passam a participar ativamente da vida social e política" .
Exemplos de aplicação em ONGs:
Tipo de ONG Uso do Conto Objetivo
Acolhimento de crianças e adolescentes Leitura compartilhada da história de Yan Elaboração de luto e fortalecimento da resiliência
Projetos com população em situação de rua Discussão sobre a jornada de sobrevivência Valorização da história pessoal e busca de propósito
Centros de juventude e prevenção ao crime Debate sobre as escolhas de Yan e do ninja Sinistro Reflexão sobre caminhos possíveis diante da adversidade
Projetos com mulheres vítimas de violência Análise da personagem Yasmin e seu protagonismo Fortalecimento da autoestima e da capacidade de espera ativa
Comunidades terapêuticas para dependência química A metáfora da "fuga do despenhadeiro" como recomeço Inspiração para a jornada de recuperação
A Rede LEQT (Leitura e Escrita de Qualidade para Todos) , que reúne cerca de 80 organizações, trabalha justamente para que "esses direitos sejam garantidos no Brasil" . O conto de Pedrim pode ser incorporado ao acervo de bibliotecas comunitárias e projetos de incentivo à leitura articulados por essa rede.
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Campanhas de Conscientização: A Literatura como Denúncia que Mobiliza
A função social da literatura não se esgota no acolhimento individual. Ela pode — e deve — ser instrumento de denúncia e mobilização coletiva. O conto de Pedrim, com sua narrativa contundente sobre violência rural, sequestro de crianças e trabalho escravo, é material privilegiado para campanhas de conscientização.
A pesquisa de Raffagnato (2025) aponta que "a leitura pode atuar como instrumento de enfrentamento das estruturas de poder e de promoção da justiça social" . O acesso à informação e ao conhecimento "possibilita maior consciência dos direitos e favorece a mobilização para mudanças estruturais" .
Possíveis campanhas temáticas a partir do conto:
"Infância Roubada" — Utilizando a história do sequestro dos irmãos de Yan, a campanha denunciaria o trabalho infantil e o tráfico de crianças, apresentando dados reais e canais de denúncia (Disque 100).
"O Campo Sangra" — A partir da morte de Jin e Ale, a campanha visibilizaria os conflitos no campo brasileiro, com dados da Comissão Pastoral da Terra e orientações para defesa dos direitos dos trabalhadores rurais.
"Escravidão Hoje" — As minas de sal do conto seriam o ponto de partida para discutir o trabalho análogo à escravidão na atualidade, com informações do Ministério Público do Trabalho e da OIT.
"Órfãos da Violência" — A orfandade de Yan e seus irmãos abriria espaço para debater as crianças que perdem seus pais para a violência urbana, o feminicídio, o encarceramento em massa.
"Acolher é Preciso" — A hospitalidade do velho Frish inspiraria uma campanha sobre a importância do acolhimento familiar e institucional para crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade.
O autor explicita no final do livro sua epígrafe moral: "A Verdadeira Religião é fazer Justiça à Causa dos Órfãos e das Viúvas" (Tiago 1:27) . Essa mensagem pode ser o lema de campanhas ecumênicas ou inter-religiosas de mobilização social.
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O Conto em Instituições de Saúde: Biblioterapia em Ação
Hospitais, centros de saúde mental, unidades de acolhimento e comunidades terapêuticas podem utilizar o conto em práticas de biblioterapia.
O projeto Entre Afetos demonstra como a literatura infantil pode ser usada para promover o "desenvolvimento socioemocional" de crianças, utilizando livros como "O Monstro das Cores" e "Ernesto" para trabalhar sentimentos como medo, raiva, tristeza e alegria .
A história de Yan oferece um leque ainda mais amplo de emoções a serem trabalhadas:
Emoção/Experiência Cena do Conto Abordagem Terapêutica
Medo A perseguição pelo javali, a escalada das montanhas Reconhecimento do medo como aliado da sobrevivência
Raiva Yan "revoltado com sua estúpida ideia" Validação da raiva como parte do processo
Tristeza O choro de Yan na beira do rio Normalização do luto e da expressão emocional
Esperança A visão da carpa dourada Construção de símbolos pessoais de esperança
Culpa Yan temendo que sua fuga cause represálias Elaboração da culpa do sobrevivente
Amor O encontro com Yasmin, o pedido de casamento Abertura para novos vínculos após a perda
A Biblioterapia de Desenvolvimento, conforme discutida por Piaz e Pereira (2023), é um "recurso humanizador" que pode ser aplicado em bibliotecas escolares e comunitárias, promovendo "a interação entre os mediados e a abertura para o diálogo" .
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A Formação de Mediadores de Leitura
Um aspecto crucial para o sucesso de qualquer projeto de leitura com fins terapêuticos ou sociais é a formação de mediadores — professores, bibliotecários, agentes comunitários, psicólogos que atuarão como pontes entre o livro e o leitor.
A pesquisadora Katty Anne de Souza Nunes, que atua como professora em pós-graduação de Biblioterapia e Mediação da Leitura Literária na Unochapecó, ressalta a importância de formar profissionais capazes de conduzir essas práticas .
O conto de Pedrim, por sua riqueza simbólica e temática, exige mediadores preparados para:
· Acolher as emoções que a leitura pode despertar
· Contextualizar os problemas sociais abordados sem romantizá-los
· Conduzir debates sobre temas sensíveis como violência, morte e escravidão
· Promover a identificação sem forçar paralelos inadequados
· Respeitar os limites de cada participante
A Rede LEQT e o programa Myra são exemplos de iniciativas que investem na formação de mediadores e na articulação de redes de incentivo à leitura . O conto de Pedrim poderia ser incorporado a esses programas como material de formação e atuação.
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O Direito à Literatura como Direito Humano
Silva e Peruzzo (2019) defendem a "literatura como direito humano", argumentando que o acesso à cultura letrada é condição para o exercício pleno da cidadania . A Constituição Brasileira, em seu artigo 215, estabelece que "o Estado garantirá a todos o pleno exercício dos direitos culturais e acesso às fontes da cultura nacional".
O conto de Pedrim, ao ser oferecido gratuitamente, já se coloca como instrumento de democratização do acesso à literatura. Mas seu potencial vai além: ele pode ser utilizado para promover o debate sobre esses próprios direitos, sobre o que significa ter acesso à cultura, à proteção, à justiça.
A pesquisa de Raffagnato (2025) conclui que "o estímulo à leitura deve ser compreendido como um direito de todos e uma responsabilidade coletiva" . O estudo também discute "estratégias para fortalecer a função social da leitura, destacando a importância de políticas públicas de acesso ao livro, formação de mediadores de leitura, ampliação dos espaços de leitura em escolas e comunidades" .
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Projetos Inspiradores que Podem Incorporar o Conto
O Lunetas, plataforma dedicada à infância, reuniu nove projetos de incentivo à leitura que podem servir de inspiração para a utilização do conto de Pedrim :
Projeto Descrição Possibilidade com o Conto
Projeto Ubuntu Doação de livros para montar bibliotecas em comunidades Incluir o conto nos kits doados
Myra Voluntários realizam sessões de leitura com crianças Sessões temáticas sobre resiliência
Rodas de Leitura Encontros com escritores na Favela da Malacacheta Convidar Pedrim para roda virtual
SacoLê Biblioteca itinerante com livros sobre cultura negra Diálogo com Ganjah e a África
Estante Mágica Crianças escrevem e publicam seus próprios livros Inspirar crianças a escreverem suas jornadas
Literatura Postal Postais com realidade aumentada Criar postais do Bem-Te-Vi
O Projeto Ubuntu, por exemplo, é 100% colaborativo e arrecada doações de livros infantis para montar bibliotecas, com o objetivo de que "todas as crianças, sejam elas pobres ou ricas, negras ou brancas, tenham o mesmo acesso à leitura e possam traçar um caminho rico em possibilidades" . O conto de Pedrim, com sua mensagem universal e sua distribuição gratuita, é candidato natural a integrar esses acervos.
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O Que Fica: A Literatura como Ferramenta de Transformação
O conto "O Bem-Te-Vi do Paraíso" não é apenas uma história para ser lida e esquecida. É uma ferramenta — de cura, de conscientização, de transformação.
Em escolas, pode formar leitores críticos e empáticos. Em ONGs, pode dar voz e esperança a populações vulneráveis. Em campanhas, pode denunciar injustiças e mobilizar ações. Em instituições de saúde, pode auxiliar processos terapêuticos. Em bibliotecas comunitárias, pode ser ponte de acesso à cultura.
A pesquisadora Raffagnato (2025) sintetiza: "A literatura, como forma específica de leitura, possui ainda uma dimensão estética e ética que amplia seu impacto social. Por meio da experiência literária, é possível desenvolver empatia, refletir sobre diferentes realidades e questionar estruturas estabelecidas" .
O autor Pedrim Pescador, ao escrever seu conto em meio a lágrimas e emoção, não imaginava talvez a multiplicidade de usos que sua obra poderia ter. Mas é exatamente essa a natureza da literatura quando ela nasce de um lugar autêntico: ela transborda os limites do texto e se faz presente na vida de quem a lê.
Que o conto chegue às escolas, às ONGs, aos hospitais, às comunidades. Que suas maçãs de ouro continuem sendo distribuídas — não como metal precioso, mas como histórias que curam.
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REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
CANDIDO, Antonio. "O Direito à Literatura". In: Vários Escritos. São Paulo: Duas Cidades, 1988.
CALDIN, Clarice Fortkamp. A leitura como função terapêutica: biblioterapia. Encontros Bibli: revista eletrônica de biblioteconomia e ciência da informação, v. 6, n. 12, p. 32–44, 2001.
FRANKL, Viktor. Em Busca de Sentido: Um Psicólogo no Campo de Concentração. Petrópolis: Vozes, 1946.
NOVA GERAÇÃO BRASIL. Incentivo à Leitura: 10 Estratégias Práticas para Escolas e ONGs. Disponível em: https://www.ong.ng-brasil.com. Acesso em: 2026.
NUNES, Katty Anne de Souza et al. Projeto Entre Afetos: o uso da literatura infantil em encontros de biblioterapia com crianças. In: Anais do Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação, 2024.
PESCADOR, Pedrim. O Bem-Te-Vi do Paraíso e o Resgate dos Irmãos de Yan. Vila Velha/ES: Edição do Autor, 2024.
PIAZ, Rodenir Zucatelli Dal; PEREIRA, Gleice. Biblioterapia de desenvolvimento como recurso humanizador na biblioteca escolar. Revista ACB, v. 28, n. 4, p. 1-20, 2023.
RAFFAGNATO, Katlheen Kissyla Constantino de Sousa. A leitura como ferramenta para a transformação social. International Integralize Scientific, v. 5, n. 49, jul. 2025.
REDE LEQT. Projetos de incentivo à leitura. In: Lunetas. Disponível em: https://lunetas.com.br/projetos-leitura-criancas/. Acesso em: 2026.
SILVA, Carolina Reis Theodoro da; PERUZZO, Pedro Pulzatto. A literatura como direito humano. Anamorphosis – Revista Internacional de Direito e Literatura, v. 5, n. 2, p. 515-538, 2019.
TOMA AÍ UM POEMA (TAUP). Como a Literatura Pode Ser Ferramenta de Transformação Social. Disponível em: https://tomaaiumpoema.com.br. Acesso em: 2026.
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CRÉDITOS DE CO-AUTORIA
Texto: produzido por Pedrim Pescador em parceria com DeepSeek (IA)
Natureza da co-autoria:
· Desenvolvimento conceitual e direcionamento temático: Pedrim Pescador
· Pesquisa, estruturação e redação: assistência de DeepSeek (IA)
· Revisão e validação final: Pedrim Pescador
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CRÉDITOS AUTORAIS
Pedro Henrique Serrano Léllis
LÉLLIS, PHS.
Pseudônimo: Pedrim Pescador
Contatos:
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📱 WhatsApp: +55 (27) 99834-4078
🌐 https://pedrimpescador.blogspot.com
📍 Vila Velha/ES - Brasil
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